segunda-feira, 16 de abril de 2018

O Elogio da Sede



O Elogio da Sede foi o tema que o padre José Tolentino Mendonça propôs ao Papa Francisco, quando este convidou, pela primeira vez, um padre português a orientar os exercícios espirituais da Quaresma para os responsáveis da Cúria Romana.
Durante 5 dias, em Fevereiro, o Padre Tolentino teve a seu cargo duas meditações diárias, com o resto do tempo em silêncio, para que cada pessoa se confrontasse com a reflexão proposta.
Foi sobre essa busca e sobre esse tatear na procura de Deus, que Tolentino se debruçou, numa mescla de investigação de textos bíblicos e inspirações literárias e artísticas que marcam a sua obra, quer como poeta, quer como ensaísta
É esse cruzamento permanente que transparece no livro agora publicado, com prefácio do Papa, no qual se reúnem as suas dez meditações. Das quais, aliás, no tempo da Quaresma, aqui fui dando conta neste blogue. 
O maior risco deste livro é o de se tornar numa das grandes obras da mística actual.

HSC

domingo, 15 de abril de 2018

De facto!


Recebi esta mensagem de um amigo. É verdadeira. E muitas vezes descuramos as amizades, por preguiça ou falta de tempo, perdendo velhos amigos!

HSC

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Costa ou Centeno?

Neste momento, assalta-me uma dúvida cartesiana que é a de saber quem manda em Portugal. Uns dizem que é o PM Antonio Costa, outros que é o Ministro das Finanças Mario Centeno. 
Pessoalmente inclino-me para este último, que já comanda tudo. Só não comanda o futebol que bem precisa de ser comandado...
Com este tempo totalmente imprevisível, o país decidiu seguir-lhe o passo. Nada funciona, apesar de estar tudo muito melhor. Na educação não se entendem. Na saúde é o que se vê. Na banca não se encontra adjectivo adequado e no futebol a desorientação é total. E de tudo o governo de Passos é o responsável. Está certo. Parece-me uma evidência,
Só não consigo perceber é quem governa o país. Se fosse Antonio Costa, tomaria algumas cautelas e empenhava-me, a serio, na carreira internacional de Centeno, que desde que virou chefe europeu, até já aponta o dedo indicador...

HSC

sexta-feira, 6 de abril de 2018

O nome e o golo


Enquanto toda a gente falava de Cristiano e do seu golo de bicicleta, não me apeteceu abordar o assunto. Fiquei tão atónita e mesmo comovida perante o espectáculo que vi, que perguntei a mim própria se não estaria a olhar para aquele golo como se de uma obra de arte se tratasse. Estava sim e não me custa nada confirma-lo, porque penso que foi mesmo disso que se tratou. O equilíbrio do esforço muscular com o objectivo pretendido foi tal, que seria impossível não se ficar maravilhado.
Gosto de CR7 e já o afirmei perante muitos que o criticam, basicamente pela forma como ele gasta o dinheiro que lhe sai do próprio corpo, ou pela inveja inconfessada daquilo que ele faz e não obedece aos padrões do chamado politicamente correcto. 
Ainda bem que Cristiano existe, porque ele leva uma parte significativa do bom nome de Portugal por esse mundo fora, até num golo em que o adversário se levantou para o homenagear !

HSC

quinta-feira, 5 de abril de 2018

E agora... a capa



Pronto, aqui fica a ultima etapa do suspense, ou seja, a capa, que costuma ser, depois da escrita, a parte mais difícil de esfolar. Curiosamente, desta vez, foi quase à primeira, Está lá tudo, desde a solidão do ser humano às pegadas que vamos deixando nos outros e  em nós próprios, do sol que nos ilumina aos maciços montes que acompanham o nosso caminho. É isto que vão encontrar no livro  que escrevi...



HSC

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Uma certa forma de vida

Aqui vai mais uma deliciosa informação. O novo livro já tem título e já tem capa. Por enquanto falo apenas do primeiro. Irá chamar-se "UMA CERTA FORMA DE VIDA" e como o nome revela será da vida de todos nós - mais uns do que outros - que irei falar. E de mim também, como se depreenderá. Estará nas livrarias a 19 de Abril. Sai na altura do Dia da Mãe e eu espero que muitas filhas decidam oferecê-lo àquelas que lhes deram a vida. Ficaremos todos muito contentes!

HSC

terça-feira, 3 de abril de 2018

Os pasteis de bacalhau

Não, não sejam já mal intencionados, logo a seguir à Páscoa. O título não é o que pensam...não tem que ver com a canção do Quim Barreiros. Vem de outro motivo, que é gastronómico. Quem me conhece sabe que sou bom garfo e que gosto de cozinhar. A fazer prova do que afirmo, aí estão no mercado seis livros de cozinha desta vossa amiga. Sou, de facto, boa cozinheira e não tenho pinga de modéstia em o afirmar. Devo-o ao meu esforço e a essa alma inspiradora que foi a minha avó Joana, mãe da minha mãe.
A que se deve este intróito? Aos pasteis de bacalhau. Mas àqueles que constituem uma surpresa porque são só bacalhau e sem pinga de gordura. Adoro este prato acompanhado com arroz de tomate malandrinho. Sou daquelas que ainda os faz à antiga, com o bacalhau desfeito num pano e não nessas máquinas chamadas "passe vite", manuais ou eléctricas, que apenas "trituram" os fios do peixe e lhe tiram toda a qualidade. 
Experimentei o prato em muitos restaurantes e tasquinhas, aos mais variados preços e sempre com o epíteto de serem os melhores. Paguei boas notas, por alguns muito bons "bolos de bacalhau" - nos menus finos - e por alguns "pastelinhos de bacalhau" nas tascas por onde andei. 
Mas nada se comparou, até hoje, aos que comi -  já por várias vezes, com a mesma qualidade - e espero continuar a comer, num dos melhores e mais agradáveis restaurantes que conheço em Lisboa, ou seja no JNÇQuois. 
É a segunda vez que aqui falo neste estabelecimento. Sempre por boas razões. Garanto que não tenho ligações financeiras nem familiares. Portanto, não tenho interesses a declarar. E, depois disto tudo, o prato não chega a 20 euros ... num restaurante de luxo, onde somos amavelmente atendidos!

HSC